Eduardo Cavalcanti, da MDLZ, fala sobre inovação e o futuro das estratégias de comunicação

Sempre com as pessoas em foco, o digital ganha novos sabores na comunicação da empresa de alimentos

Oreo, Lacta, Halls, Tang, Bis, Club Social, Trident. O que estas marcas têm em comum? Além de estarem, junto a muitas outras, sob o guarda-chuva da Mondelez, elas fazem parte das vidas de muitas pessoas, especialmente das que participam de sua produção e distribuição.

E para integrar sua rede de colaboradores, que vai de escritórios e fábricas a centros de distribuição e no campo, a multinacional não abre mão de promover a saúde e inovar, especialmente em períodos que exigem adaptações rápidas e conexões constantes.

Batemos um papo com o Gerente de Comunicação Interna e Externa da MDLZ Brasil, Eduardo Cavalcanti, sobre o cenário global atual e os desafios que esse período está proporcionando.

Na primeira parte da conversa, Eduardo fala sobre as transformações nos formatos da comunicação, tanto em velocidade quanto em storytelling. O objetivo foi trazer ainda mais acessibilidade na comunicação somado aos cuidados de saúde e ao reconhecimento do colaborador, fundamental em todo o processo durante este período.

A transparência, a veracidade e a credibilidade em um momento como esse são muito importantes

Além das formas de comunicação, Eduardo conta como foi a estratégia de replanejamento da Páscoa, uma das principais datas para a Empresa, e o fortalecimento da integração da comunicação com o negócio, além do desenvolvimento da conscientização da população sobre o isolamento social.

 

Nesta segunda parte da entrevista, Eduardo explica as principais estratégias de comunicação interna e externa adotadas, bem como o desenvolvimento da comunicação entre as lideranças nas campanhas e também com os colaboradores.

 

 

Finalizando, o gerente de comunicação interna e externa da MDLZ conta como a diversificação de ferramentas de comunicação ajudou para alcançar todos os colaboradores, trabalhando com o digital sem perder o fator humano.

A realidade que vai ficar pós-Covid vai exigir uma agilidade ainda maior e uma leitura de mercado em um tempo muito mais curto. Na comunicação, a gente não vai ter todas as respostas, mas isso não pode nos impedir de seguir a diante”.

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