Junho Vermelho: a importância da doação de sangue

Hemocentros do Brasil sofrem com a queda das doações por conta da pandemia da Covid-19

Junho se aproxima e a campanha deste ano reforça o pedido de socorro dos hemocentros de todo o País pela baixa doação de sangue, resultado de mais de um ano de pandemia da Covid-19.

Para se ter uma ideia da situação, segundo o Ministério da Saúde, a queda em 2020 do número de doadores foi de 15% a 20% na comparação com 2019. Com isso, os bancos de sangue sofrem pela escassez para atender pacientes que necessitam de sangue, principalmente vítimas de acidentes de trânsito ou cirurgias eletivas.

Com o cenário pandêmico, hemocentros do Brasil adotam medidas sanitárias rígidas e garantem a segurança para os doadores. No Estado de São Paulo, por exemplo, a Fundação Pró-Sangue reforçou o número de vagas para o agendamento individual para evitar aglomeração e reduzir o tempo de permanência. Há ainda álcool em gel para os doadores e distância mínima recomendada.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 112,5 milhões de doações de sangue são coletadas anualmente em todo o mundo, mas a maior parte acontece em países de alta renda. No planeta, estima-se que até 2,8 milhões de pessoas precisem de sangue todos os anos.

Quem pode doar?

Pessoas de 16 a 69 anos podem doar sangue, e menores de 18 anos devem ter autorização dos responsáveis. Os voluntários precisam pesar mais que 50 quilos e apresentar documento com foto oficial.

No caso da situação da saúde, pessoas com febre, gripe, resfriado ou que tiveram diarreia frequente nas últimas semanas não podem doar, assim como grávidas no pós-parto e portadores de hepatite ou HIV/Aids.

Neste ano, por conta da pandemia, a triagem inclui também pessoas que tiveram a Covid-19. Os homens podem doar sangue quatro vezes ao ano, as mulheres três vezes, respeitando o intervalo entre uma doação e outra.

Veja nossa animação de incentivo à doação de sangue e compartilhe. Doe sangue, salve vidas!

 

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