A Comunicação Interna e a Nova Economia

Assunto ganhou urgência com a pandemia. Saiba mais!

*por Luciana Baroni, Coordenadora de Relacionamento

Em destaque nos últimos anos o termo Nova Economia ganhou urgência com a pandemia e não sai da boca de empresários, estudantes e investidores.

Se quando usamos essa nomenclatura vem à sua mente startups descontraídas, inteligência artificial, Vale do Silício e Mark Zuckerberg você não está errado. Mas a Nova Economia é muito mais que isso.

Tecnologia, dados, apps, consumidores conectados… Tudo isso, que parecia uma realidade distante, coisa do Jetsons, chegou às empresas dos mais variados segmentos e até ao varejo. Hoje a tecnologia é um pilar dos negócios, ligada ao foco no consumidor e à flexibilidade.

As barreiras entre o online e o off-line vem caindo todos os dias, dando lugar à experiência do consumidor. As empresas já não focam exclusivamente no produto ou serviço que oferecem, mas na exclusividade, na questão do cliente que precisa ser solucionada e na agilidade.

E como a Comunicação Interna pode se adaptar a essa realidade?

Na Nova Economia, tudo acontece em um piscar de olhos e o aprendizado é contínuo. É nesse perfil que as empresas antenadas precisam focar. O colaborador tem anseio do aprendizado e de informação a cada minuto. Para empresas e profissionais, os mandamentos passam a ser adaptabilidade, agilidade e flexibilidade.

O colaborador precisa estar treinado e bem informado. A Comunicação Interna precisa ter autonomia, processos cravados e sistemas em que possa interagir com agilidade. Não há tempo a perder.

O principal foco da CI, hoje, está na transformação da cultura organizacional. É preciso construir algo forte, inspirar e engajar equipes que, muitas vezes, estão distantes em trabalho remoto.
Para isso, o processo precisa ser reavaliado e um plano de ação montado por profissionais especializados, como forma de segurar as estruturas emocionais e a produtividade em um cenário de distanciamento e, muitas vezes, crise.

No isolamento, a insegurança e a baixa autoestima pegam o colaborador de jeito. É o momento em que os funcionários sofrem profunda crise de confiança e querem ter voz ativa. Mas a CI pode se aproveitar desse cenário.

O digital é um aliado neste contexto. Não importa a plataforma, o time de CI pode dar ainda mais ouvido aos comentários postados e aproveitar os insights preciosos do público interno. Vale a pena dar mais espaço e atenção para fóruns e abrir portas para o colaborador falar. O profissional ligado na Nova Economia gosta de se expressar e fazer com que sua voz seja ouvida, ampliando o sentimento interno de confiança na empresa.

É uma era centrada em transformação digital e inovação. Um novo mundo crescendo diante dos olhos dos líderes e colaboradores. Novas plataformas, novos espaços para comunicar e, especialmente, a necessidade de um olhar atento. É hora de se reinventar para que a comunicação fortaleça as relações entre os membros das equipes, mesmo que fisicamente distantes, e entre os funcionários e a companhia.

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