Cursos, maratonas de filmes, exercícios físicos… Muitas pessoas tiveram que diversificar as atividades durante o período que ficaram em casa neste ano, e com a alimentação não foi diferente. Testar novas receitas e melhorar a alimentação pode ter sido a preferência de alguns, mas uma pesquisa feita pela agência CDN e a startup Orbit Data Science mostrou que o brasileiro se queixou de escolhas alimentares ruins que tomou durante o período de isolamento social.
Além disso, depois da chegada do coronavírus ao país, o consumo de junk food pelo público adolescente aumentou 54%, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia.
De acordo com a Nutricionista Bruna Davel, quem deseja mudar hábitos e ser mais saudável para se preparar para a chegada das estações mais quentes deve apostar em alimentos ricos em água e que, consequentemente, são mais leves:
– No verão a pessoa já está com o corpo quente e, ao consumir alimentos pesados, acaba fazendo o organismo trabalhar ainda mais, passando a ficar com sensação de cansaço. Isso pelo fato de já estar trabalhando para equilibrar a temperatura corporal – diz.
Essa mudança na alimentação não é indicada só para quem busca um número na balança. A qualidade do que uma pessoa ingere pode afetar a capacidade de o corpo combater infecções, segundo a OMS. E engana-se quem pensa que o investimento é alto. Para a nutricionista, é possível comer bem e gastar pouco:
– Os alimentos da estação, além de estarem em seu preço usual ou até mais baratos, são mais saudáveis porque não precisaram de artifícios pra acelerar a colheita, então estão mais frescos e preservam os nutrientes – explica.
Bruna Davel destaca que é importante procurar ajuda de um profissional caso uma pessoa queira mudar de alimentação, mas dá algumas dicas básicas, como beber muita água e diminuir sal, açúcar e óleo no cardápio.
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